Histórico

O Grupo de Microeletrônica da Universidade Federal de Itajubá foi formalmente constituído por ocasião da celebração de um convênio com o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (CPqD) da extinta Telebrás na área de projetos de circuitos integrados em 02 de Junho de 1987. Inicialmente dedicava-se à formação de recursos humanos na área. Com a evolução natural do grupo, os objetivos foram ampliados e o grupo passou a desenvolver projetos de circuitos integrados analógicos para a Telebrás, especializando seus integrantes neste segmento.

Posteriormente, o Grupo formou parceria também com a IBM Brasil, onde desenvolveu projetos de circuitos integrados para redes wireless de computadores. Apoiou o Programa Nacional de Microeletrônica do MCTIC ao ministrar cursos no Instituto de Pesquisas Eldorado, para a formação de recursos humanos na área.

Na década de 1990, a demanda por circuitos de comunicações de baixo consumo de energia direcionou o Grupo para atuar em circuitos de baixa tensão e baixa potência.

A competência adquirida em circuitos de baixa tensão e baixa potência permitiu que o Grupo desse início de trabalhos na área de aplicações biomédicas na década de 2000.

Atualmente o Grupo tem focado seus esforços em circuitos e sistemas para aplicações biomédicas. Busca-se com isso o desenvolvimento de soluções biomédicas que promovam a melhoria da qualidade de vida da sociedade.


A Universidade

A Universidade Federal de Itajubá - UNIFEI, fundada em 23 de novembro de 1913, com o nome de Instituto Eletrotécnico e Mecânico de Itajubá - IEMI, por iniciativa pessoal do advogado Theodomiro Carneiro Santiago, sendo a décima instituição de engenharia no país.

O IEMI foi reconhecido oficialmente pelo Governo Federal em 05 de janeiro de 1917. Desde o início, o IEMI se destacou na formação de profissionais especializados em sistemas energéticos, notadamente em geração, transmissão e distribuição de energia elétrica.

Em 1923, a duração do curso passou de três para quatro anos. Em 1936 foi reformulado e equiparado ao da Escola Politécnica do Rio de janeiro, e passou a se chamar Instituto Eletrotécnico de Itajubá - IEI. Em 1956 o IEI foi federalizado e em 1968 o nome foi alterado para Escola Federal de Engenharia de Itajubá - EFEI.

A competência e o renome adquiridos em mais áreas de atuação conduziram ao desdobramento do seu curso original em cursos independentes de Engenharia Elétrica e de Engenharia Mecânica, com destaque especial para as ênfases de Eletrotécnica e Mecânica Plena. Iniciou em 1968 seus cursos de pós-graduação, com mestrados em Engenharia Elétrica e Mecânica. Em resposta à evolução da tecnologia, a UNIFEI ampliou as suas ênfases em 1980, passando a incluir a de Produção, no curso de Engenharia Mecânica, e a de Eletrônica, no de Engenharia Elétrica.

Através de uma parceria pioneira entre Prefeitura Municipal de Itabira, a empresa Vale, o Ministério da Educação e Universidade Federal de Itajubá, foi criado o campus de Itabira, que começõu a operar em 2008.

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